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07/10/77
Engenharia Química - UFPE
Recife - PE

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Posts

Quarta-feira, Março 28, 2007

:: Erik Magnus Lehnsherr 1:07 PM

Because even gods needs to rest on the seventh day...

Outro post safadinho, mas que valeu a pena... nada demais, só mais um daqueles testes que definem sua personalidade em cima das escolhas visuais que você faz. Como eu não canso de fazer essas coisinhas, e nem o povo de onde eu peguei isso (aqui, aqui e mais aqui), resolvi colocar como contra-ponto do teste nerd extremo (no maior estilo "nerd também é gente" ou "savem as baleias nerds"... hauhauhauahua)... Sem mais delongas (somente pra relaxar) aí vai a bagaça do DNAvisual (o nome é meio peroba, mas a idéia é boa... ehehehehehe) :




E só pra finalizar, o nerdoso que vos fala fez ontem um teste pra entrar num grupo de dança de hip-hop... e passou... hauhauhauahuahuahua!!!! Pois é povo, pra tentar tirar de vez o bucho que andou crescendo nos últimos quatro meses, terei três treinos intensos de hip hop, mais aulas de step, body combat, pilates e power yoga. Pois é... nem só de nerdices vive este ser (parafraseando Mantis), eu tenho que arrumar uma nerd-esposa ;-)

Na sexta o Smells volta a sua programação normal... ehehehehehe

"Don't try to understand me. Because your words are not enough" - Give in to me by Michael Jackson


Sexta-feira, Março 23, 2007

:: Erik Magnus Lehnsherr 4:06 PM

I knew I was born to be a god...

Quer saber se eu sou nerd? Encara o resultado do teste aí embaixo (medida mais que comprovada do meu nível de nerdice)...

I am nerdier than 100% of all people. Are you nerdier? Click here to find out!


E como Supreme Nerd God, meu primeiro comando é: FACAM O BAGULHO DO TESTE, E COLOQUEM O RESULTADO AQUI... Sou tirano bagarai, abusado e ainda me acho... Se bem que aquelas orelhinhas pontudas da vulcano-falciér nunca me enganaram... Vocês já viram, por acaso, o Spock sorrindo??? Fala sério... E s'o pra constar: Esse foi um dos posts mais safados que o Smells já teve...

"Porque existem dias que eu tenho medo até de mim mesmo..." - Bruce Banner


Segunda-feira, Março 19, 2007

:: Erik Magnus Lehnsherr 3:49 PM

Joining for the ride



Engraçado como muitas vezes atores ficam presos a seus personagens. Leonard Nimoy nunca conseguiu se disvencilhar da enigmática imagem do Dr. Spock de Jornada nas Estrelas (Star Trek), exorcizando seus demônios, inclusive, em livros em que rejeitava totalmente o brilhante cientista do planeta Vulcan e outros em que abraçava o orelhudo como sua única âncora ao mundo das celebridades. Personagens fortes tem esse poder de superpor seu carisma ao do ator que o dá vida, e todo mundo se pergunta desde 2001 se o mesmo acontecerá com os atores que interpretam os mais amados adolescentes do século 21, graças a obra da espetacular escritora J. K. Rowling, especialmente no que diz respeito ao protagonista, vivido nas telas por Daniel Radcliffe. Mas essa imagem do rapaz de 17 anos vem mudando desde que foi noticiado que ele atuaria na mais nova versão do complexo texto de Peter Schaffer para os teatros londrinos. Junto com o talentosíssimo Richard Griffiths (para os que não lembram o tio Válter da série cinematografica potteriana), ele encara dois atos de palco, numa presença quase constante em cena e num desafio que poucos encarariam, especialmente pela polêmica criada ao redor de uma nudez total, muitíssimo bem conextualizada no belíssimo script (mas que ainda encara a língua ferina dos críticos mais céticos). É isso mesmo, estamos falando da montagem londrina de Equus.

A complexidade do texto vem do desafio imposto ao Dr. Martin Dysart (personagem de Griffiths) em tentar salvar da prisão um garoto de 17 anos que teria cegado seis cavalos num estábulo inglês, de extremo prestigio, em que trabalhava. Quem implora pela ajuda do grande psicanalista é sua amiga Heather Saloman (vivida por Jenny Aguter, de Um Lobizomem Americano em Londres e Logan¿s Run), que verifica que o caso do pobre rapaz é muito mais de tratamento psicológico que de correção num centro penitenciário. Inicialmente Alan Strang (Radcliffe) se mostra exremamente introvertido, agressivo e pouquíssimo disposto a ajudar. Como inicial ponto de defesa as perguntas do analista ele recita cantigas de antigos comerciais ingleses, compreendidas no desenvolver da peça, inclusive do porquê de serem tão antigas. Dysart descama a psiquê do garoto Alan aos poucos, juntando as peças de um quebra-cabeça que originam de um lar disfuncional e que vão criando forma dentro da mente do pobre rapaz até o mal-fadado acontecimento no estábulo. Os diálogos são formidáveis, inserindo o característico senso de humor inglês numa estória que passeia sempre em campos de grande densidade. A montagem é perfeita, com atores interpretando os cavalos (sempre de grande relevância), usando máscaras e patas metálicas que simulam com perfeição a frieza que o universo equino representa para o jovem Strang, bem como a imponência com este cai em cima do texto. Caixas de madeira, presentes no palco, possuem uma interessante composição não só para dar uma idéia bastante sólida de tridimencionalidade (representando móveis, entradas e saídas de salas por exemplo) como para indicar a onipresença de alguns persongens no decorrer da atuação (no caso do personagem Alan Strang, onde mesmo ilustrando sonhos que o garoto esteja tendo ou seu simples comportamento frente ao tratamento, faz com que Daniel Radcliffe esteja sempre em cena). A fotografia é escura como os cenários, em preto e cinza, ilustrando o peso da história. A iluminação também reflete o isolamento dos protagonistas e vai alterando o contato quase simbiótico que ambos tem mentalmente no decorrer das uma hora e quarenta minutos de atuação. A direção é também fantástica, com um domínio impressionante do texto pelo grupo e de tudo fluir de maneira tal, que em nenhum momento a peça se torna lenta ou cansativa. Um trabalho que merece todos os aplausos.

Acredito que o campo das atuações é o que mais chama a atenção aqui. Em relação a Richard Griffiths eu, infelizmente, não posso opinar. O ator estava adoentado no dia da apresentação em que comprei a entrada. De qualquer maneira ele foi magnificamente substituído por Colin Haigh, que faz parte do cast no papel de Harry Dalton (dono do estábulo em que Strang trabalha), o cara tem um quê de John Cleese e Billy Connolly misturados. Um excelente timing para as piadas que estão inseridas no texto e um tom tipicamente inglês, completam o restante do pacote. Acima de qualquer crítica, ao menos que se faça uma comparativa. Daniel Radcliffe (acredito o que todos anseiam desesperadamente por saber sobre), dá conta do recado de maneira exemplar. O garoto dosa muito bem a, aparente, raiva continua (colocada, especialmente num bom trabalho de impostação de voz) que o personagem Alan Strang parece ter, com momentos nervosamente cômicos. Sua expressão corporal dita muito da composição, mostrando a fragilidade e timidez do jovem, inclusive nas cenas em que aparece somente enquanto figura ilusrativa, de costas para o público e encolhido em sua cama, muitas dessas vezes. A imagem de bruxinho amigo da vizinhaça é quebrada com os gritos, palavrões e cigarros fumados atachados ao jovem ator, de certo esse é seu ponto mais forte de sua interpretação. O seu maior, e acredito que mais grave, problema é a falta de expressão. Infelizmente o garoto-celebridade peca em mostrar emoções mais sutis, extremamente necessários no final do segundo ato, quando tudo é revelado. A cena de nudez é muitíssimo bem contextualizada. Vem de uma sequência de eventos que cuminam no ato sexual entre o personagem Alan e Jill Mason, interpretada pela belíssima (e talentosa) atriz Joanna Cristie, e por consequência na mutilação dos cavalos. A cena dura cerca 10 minutos e o rapaz se mostra a vontade em palco, ele não sai do personagem em nenhum momento e ainda mantém o controle da seqüência de forma profissional. No final das contas ele passa na matéria, mas sem méritos. O principal cavalo, camado de Nugget, com quem Adam possui uma relação extremamente interessante e que conduz a linha dedutiva do Dr. Dysart, é interpretado pelo ator Will Kemp (o lobisomem de Van Helsing), que assim como os outros do elenco de apoio, precisa de uma expressâo corporal impecável. A cena em que Alan cavalga no cavalo Nugget, é de certo uma das mais belas da peça, com o cenário se movendo, Radcliffe preso a cordas e Kemp tendo que realizar o malabarismo de se equilibrar nas pesadas patas de metal. Sensacional. O ator também interpreta o primeiro contato do personagem com um cavalo, em que ele é um jovem e pretencioso cavaleiro. Muitíssimo interessante. O elenco de apoio (pais do garoto, enfermeira, e os já citados cavalos) também estão perfeitos, com cenas memoráveis. Muitos deles, claramente, veteranos dos palcos ingleses.

No geral Equus se mostra muito mais que uma peça. Depois de conferir, não fica difícil de entender o porquê das montagens anteriores terem ganho tantos prêmios (como o Tony na Broadway, na montagem que tinha Richard Burton). O texto é de alta qualidade, mas nada que o deixe incomprienssível, especialmente para os não nativos. Algo que fascina os amantes do teatro, e inicia bem os que não tem um contato tão íntimo com os palcos. A sensibilidade com que tudo é conduzido ajuda a criar uma atmosfera livre de preconceitos ou julgamentos, que em mentes menores sempre surgem. O contexto, escrito no início da década de 70, continua atual, mas sem perder o leve charme que tinha outrora. Os conflitos entre pais e filhos, as descobertas trazidas com a adolescência, a perda da inocência em diversas escalas e a compreensão acima da punição, está tudo lá descrito de uma maneira passional. Uma obra para ser vista por muitos, com certeza, e mesmo que não seja perfeita está acima de qualquer preconceito, ou polêmica, pois isso dimunui, e muito, os caminhos que ela tenta traçar. Caminhos estes que definiram a excelente escolha do menino Harry Potter para a libertação de um estigma, resta saber se ele não será dragado de volta de alguma forma.

"You're Mine" - Nuggets to Alan in Equus


Segunda-feira, Março 12, 2007

:: Erik Magnus Lehnsherr 8:23 AM

Looking for Flying Soucers...

...in the sky


OK, OK... a essa altura todo mundo já deve estar careca de saber que eu viajei pra Londres semana passada. Como foi aniversário de Marianne eeu queria dar uma olhada em algumas coisas por lá, acabei unindo o útil ao agradável e passei seis dias fantásticos na capital inglesa. Mesmo assim, ainda nâo foi dessa vez que eu consegui ir até Oxford, bem fica pra próxima... prefiro curtir inhas viagens com calma, sem stress de ter que fazer nada obrigado, porque senão deixa de ser férias e passa a ser visita obrigatória ao mundo do terror turístico. Mas deixando de lenga-lenga, aí vai uma descriçãozinha da minha passagem tarimbada em terras inglesas... pela segunda vez... hauhauhauhauhaua!!!

Day 01: The following takes place between 9am and 8pm

Kingdom Come


Considerarei o primeiro dia a quinta-feira, uma vez que eu cheguei na quarta mais de onze da noite, morto pelo dia de trabalho e querendo somente uma cama pra deitar e dormir sem nenhum barulho (isso num hostel??? yeah, right). Bem, eu e Marianne fomos fazer programinhas básicos, e leves. Visitamos o Hyde Park, em South Kensington, onde está situado o memorial para a Princesa Diana, que é bem bonito por sinal, apesar de bem simples... Ainda no mesmo parque tiramos o maior sarro de uma estátua que representava o Peter Pan e sua Terra do Nunca, bem interessante e legal no meio do Kensington Gardens. Na sequência voltamos ao centro da cidade dando uma parada na Harolds (Marianne tinha que se sentir bem com todas aquelas grifes e sapatos... hauhauhauhauahuahua) e compramos lá os doces mais gostosos que eu já comi na vida... fuderoso e eu ainda pude sair por aí falando que fiz compras na Harold's. Partimos para o London Museum, onde pudemos conferir algo bem inusitado: Uma exposição dos figurinos da Kylie Minogue, contando bagulhos que ela usou em videoclips, shows e mais prêmios, discos de platina e por aí vai... nada imperdível, mas interessante. Seguimos para o museu de História Natural londrino, que é bastante interessante vale salientar. Toda uma mostra com dinossauros (inclusive uma ráplica de um Tiranossauro Rex tamanho real) estava para o delírio das crianças aqui... ehehehehe, e ainda deu pra dar uma conferida boa no prédio, que é imenso, de um modo geral. O negócio foi depois que a gente saiu de lá, passamos numa loja que é o sonho de todo nerd (como eu de braço erguido e óculos com fita adesiva...), com todo tipo de revista em quadrinhos que você imaginar... Tipo todas as histórias do X-Men (inclusive as que eu sempre quis ler com os eventos pós-surgimento da Phoenix, onde os mutantes enfrentam Magneto na Antartica), edições especiais, e de luxo, de séries como Kingdom Come, Marvels, Y: The Last Man, Ex-Machina, The Dark Knight, Astonishing X-Men e bustos e estátuas de todos os heróis Marvel, DC, personagens de Star Wars, Star Trek, The Lord of the Rings e tudo que sua cabecinha nerd consegue imaginar... eles tinham até a linha de brinquedo da marvel para fedêlhos... resumindo, coisa que não acaba mais... inclusive eu gostaria de registrar aqui o meu desejo de ter o meu funeral nessa loja, pois lugar mais perfeito para um nerd como eu em seu último momento não existe... hauhauahuahuahua, mas continuando...


Day 02: The following takes place between 9am and 10pm

Na sexta segumos pela manhã para o Museu da Guerra, que fica um pouquinho afastado do centro de um modo geral, e pudemos conferir toda a aquela parafernália bélica numa bizarra cronologia dentre guerras. Tanques fuderosos e um simulador de submarino que me prendeu por uns bons 40 minutos... hauhauahuaha. Mas o mais interessante desse museu foi ver uma mostra sob o ponto de vista das crianças durante a segunda guerra. Depoimentos de infantes que tiveram que abandonar suas casas, pais, família de um modo geral e se mudar para o interior do país, que eram focos de ataques bem menos propensos aos olhos do Hittler-cachorro-louco. Como nerd que me prezo, imediatamente me lembrei de As Crônicas de Narnia, mesmo sabendo que cronologicamente a fantasia se passa durante os eventos da primeira guerra. Mas voltando ao assunto, eles fizeram de modo a chocar, de certa forma, reproduzindo casas daquela época, contando histórias de sobreviventes que sonharam a cada dia que passava com o fim da guerra, mas se sentiram verdadeiros estranhos quando reecontraram seus pais novamente, uma vez que no momento da evacuação eram apenas crianças e ao voltarem (seis/ sete anos depois) já eram adolescente, e muitos bem diferentes das crianças doces e bochechudas que deram adeus aos pais outrora. Intenso e certamente algo que todos deveriam conferir. Mas saindo do *intense mode* saindo do museu fomos encontrar uns amigos de Marianne no Soho, passamos praticamente a tarde conversando potoca e tirando onda uns dos outros... valeu demais a pena, pois as gargalhadas nâo tiveram preço... ehehehehehe. O mais legal é que no final da tarde fomos matar o tempo na Virgin Megastore (de onde eu saí sem comprar um DVD sequer - palmas para mim...) e em seguida, depois de muitos apelos, voltamos a lojinha do dia anterior, porque não basta ser nerd, tem que ser com compulsão aguda... hauahuahuahuahauhau. Saímos de lá para devorar duas pizzas e ir pra casa de Marianne assistir Ugly Betty (don't ask...), mortos de cansados. Quando voltei, nesse dia, os 13 barulhentos sharemates do quarto do hostel que eu estava, se tornaram silenciosos... hauhauahuahuahua.


Day 03: The following takes place between 9am and 10pm



Sábado foi um dia mais light, mas ninguém disse que tinha que ser mais leve por causa disso... hauahuahuahau. Não pudemos sair à noite, pois Marianne tinha que trabalhar mais a noite. Dessa forma fomos ver a troca da guarda no Palácio de Buckingam, e devo dizer que é muito agá pra uma troca da guarda... huahauhauhauahuahua. Bem, numa descrição bem rápida, tem um monte de soldadinhos (em decepcionantes uniformes cinza... eu estava esperando os vermelhinhos...) fazendo poses, gritos de "Ho!" e ajeitando o alinhamento parecendo robôs da playmobil, bandinha tocando desde antes de entrar no palácio (para delírio das centenas de turistas que estavam lá olhando tudo com cara de mané, eu incluso) e ainda convidados VIPs (Marianne inclusa... hauhauhauhauahua), mesmo assim, foi legal de se ver. Já que estavamos nas redondezas passeamos um pouco no Green Park e de lá seguimos para comer num lugar bem "cozy" que a Marianne conhecia... Esqueci o nome, mas sei que comemos Wurst (ehehehe...) com deliciosas e vitaminadas batatas frias ao molho de cebola... e caminhamos pelo Regent's Park (o restaurante fica no meio do parque) sob uma chivinha sacana de vento (com direito ao guarda-chuva ficar do lado avesso... hauhauhauahuahua. Tentamos ir no Zoo, mas já estava perto de fechar e achamos por bem, que seria melhor irmos um outro dia... caminhamos então um pouco por Camden Town, na beira do canalzinho que passa em paralelo pela Prince Albert Road e vai até o Camden Market... pense em cada figura que vimos por lá... hauhauhauahuahua... fuderoso. Aproveitamos para gastar dinheiro, tirar onda, imaginar nossos amigos nas coisas bizarras vendidas por lá... em resumo: Uma farra. Engatamos uma ida relâmpago ao National Portrait Galery, que tem na frente quatro leões esculpidos... caralho, magnífico aquilo... quando eu vi eu tinha a certeza que eu tinha que tirar uma foto pagando uma de "Crônicas de Narnia" (eu sou nerd, pow... hauhauhauhaua), pra ver a bagaça, é só clicar aqui. Ao saírmos, voltamos para a casa de Marianne e ficamos só de papo pro ar mesmo até ficar tarde e eu ter que voltar pro hostel de gente estranha e esquisita... mesmo assim, valeu a pena pacas.


Day 04: The following takes place between 9am and 1am

Jack Sparrow and Bill Hummingbird


Esse foi o dia do aniversário da Biba... pense!!! Huahuahauhauahuahua... Como estavamos planejados de sair à noite esse foi o dia de fazer programas lights e não avacalhar o sistema. Dessa forma seguimos para avacalhar com as estátuas dos outros no museu Madame Tussaud's e tiramos onda di cum força. Só para vocês terem uma idéia teve direito a pegada na bunda da Jennifer Lopez (crássica), pegada na Christina Aguilera, olhada (sutil) nos peitos da Angelina Jolie, fazer música com o Jimmy Hendrix, fumar unzinho com o Bob Marley e fazer careta pro babaca do Bush... hauhauhauahua... ou seja, pense num dia cheio. De lá saímos para almoçar num restaurante legal na Baker Street mesmo, muito bom... e fomos para o museu de Sherlock Holmes, que eu adoraria ter entrado, mas a essa altura minha grana tava curta (especialmente depois do Madame Tussaud's - é divertido, mas é uma facada de 25 pilas... e em Libra) e a gente ficou tirando onda só na lojinha mesmo, fomos ainda numa loja especializada em Elvis e outra em Beattles, tudo isso na mesma Baker... huahauhauhauahua... fuderoso!!! De lá seguimos pra casa, nos arrumar pra o aniversário, que foi num pup irlandês fuderosíssimo em Picadilly, mas nâo me perguntem o nome que eu não lembro... e eu estava sóbrio. Bem, ficamos lá com uns amigos gente fina da Marianne por um bom tempo, mas como as coisas fecham cedo na cidade dia de domingo (nem no Brasil isso acontece...), seguimos para um outro com som, um hip-hop-R&B-pop-dançante bem animado. Voltei com Marianne por volta da 1 da manhã (cedinho, mas no dia seguinte eu tinha que turistar mais).


Day 05: The folowing takes place between 9am and 12am

O grande dia. Aqui fomos finalmente ver a peça que tá causando o maior rebuliço em Londres... Equus. Tudo porque o menino Harry Potter resolveu dizer ao mundo que quer crescer e fazer algo em que aparece com o badalo de fora, num texto extremamente complexo e que descama a psiquê de um jovem adolescente. Mas eu falo da peça mais embaixo e estou preparando uma resenha a respeito... não se preocupem. O dia começou com nós indo finalmente ao Zoo londrino... e ficou por aí, porque o bagulho é tão grande que nos ocupou o dia inteiro... hauhauhauahuahuahua. Pelo menos valeu a pena em momentos únicos. Por exemplo o cara dando de comer às girafas no momento que a gente estava passando. Eu sei que é meio baba, mas se qualquer um de vocês parar pra ver um dia assim tâo de perto vai achar o momento tão fuderoso quanto eu... hauhauhauhaua. Depois do dia inteiro vendo mais bicho do que eu já fiz na minha vida inteira, seguimos para nos prepararmos para a peça. O horário estava marcado para começar às 19:30, afinal de contas estavamos na Grã-Bretanha, conhecidíssima pela pontualidade de seus nativos, assim sendo nâo poderíamos chegar nem um minuto atrasados. Depois de todo o processo de usar vestes adequadas, conseguimos chegar lá as 19 horas. Procuramos nossos lugares, sentamos na oitava fila, eu acredito, de modo que assistimos tudo de perto (mas nem tanto) e de modo a compreender todo o texto. A apresentaçâo começou pontualmente às 19:30, sem dar direito aos atrasados de chegarem junto do palco. Nunca vi um silêncio tão intenso... parecia que ninguém estava no teatro assistindo, a exceção de uma senhora que estava ao meu lado que mostrava seu descontentamento pela ausência do ator Richard Griffiths, que estava doente na noite de nossa apresentação, mas que foi substituído pelo igualmente competente Colin Haigh, que faz parte do elenco da peça, como o psicanalisa Martin Dysart. O texto da peça é bastante interessante, e diferente do que eu temia, totalmente compreensível (eu estava com muito medo dos diálogos serem rabuscados demais e do sotaque britânico atrapalhar um pouco a compreensão). Vou me limitar a dizer somente que foi, de certo, o melhor evento que eu fui na Europa desde a minha volta. Valeu demais a pena, e a comemoração, na saída do Gielgud Theatre foi marcada por uma discussão calorosa no McDonalds do lado... hauhauhauahua!!!


Day 06: The following takes place between 9am and 3pm

Meu último dia na cidade... bem, eu estava meio triste com a partida, mas feliz com a saída do hostel, que não foi lá essas coisas (percebida pela ausência de linhas aqui descritas). No mais decidimos também fazer programas lights, dessa forma fomos para o Tate Gallery ficamos lá durante a manhã admirando arte moderna, em especial os trabalhos de Lichenstein e Warhol, que curto pacas. Ao voltarmos para a casa de Marianne é que a aventura teve início... estavamos dispostos (bem, eu estava disposto) a comer antes de ir a estação de King Cross, onde pegaríamos o trem de volta ao aeroporto de Luton. O problema é que eu queria comer qualquer porcaria no caminho, mas a biba sugeriu que comessemos comida de verdade, e decidimos ir num restaurante tailandês perto da casa dela... o problema é que estava fechado. Seguimos para o restaurante do lado, mas a garçonete era mais mal-educada que o Junior do filme Problem Child, daí fomos pegar minhas coisas e decidimos que comeríamos alguma coisa mesmo no caminho, em King Cross... o problema é que quando eu fico com fome, eu me desespero e começo a reclamar mais que a Dona Florinda, daí Marianne teve que me aguentar até comermos alguns sanduíches e depois tirarmos uma foto na plataforma 9 3/4 da mesma estação ferroviária... Devo dizer que essa foi a foto mais descaradamente que eu tirei em toda a minha vida... Deus do Céu... huahuahauhauhaua!!!! Daí seguimos para o aeroporto e o resto foi fácil de deduzir.

Foram seis dias fuderosos em londres, que me deixaram quase liso pra passar o resto do mês, mas quem se importa? O que vale é a experiência e o prazer de dizer a todos os fanáticos por Harry Potter que eu vi a peça com o ator que interpreta, e de perto... hauhauhauhauahuahua!!! Mas como dizia um dito popular escrito nas milhares de vans que um dia já estiveram espalhadas em Recife: Não mim invegi, trabalhe.

"I'm sorry. I'm not making too much sense. Let me start properlly" - Diálogo de Equus no início do primeiro ato




The Once and Future King...


I Just Heard That...



Balance of the Week




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