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Posts

Terça-feira, Outubro 31, 2006

:: Erik Magnus Lehnsherr 11:38 PM

Eight Simple Rules to turn your blog into a Diary

it is not a teenage but still...


Rule nº one - dealing with the absence: OK, primeiro tenho que fazer a média de pedir desculpas pela ausência. Eu simplesmente abdiquei de toda e qualquer interação cibernética (but the Flixter, depois eu comento isso...) nas últimas semanas em prol da minha conclusão de curso. Caralho (perdão pela expressão), eu nunca pensei que as sensações de alívio e felicidade seriam tão grandes... foi uma gestação demorada, dolorosa, sofrida e cheia de pedras no caminho, mas no final valeu demais a pena pelas oportunidades. Agora vocês podem me chamar de Sr. Engenheiro Químico... huhauhauhauhauhau!!!! Bem, agora uma nova etapa começa, e de certo não abandonarei mais o blogoso aqui (o último post foi feito há exatamente um mês... um ultrage... huahuauahua...), até mesmo porque tem umas novidades vindo por aí (assim, espero), mas depois eu conto (tenho que manter o interesse da audiência depois desse "midseason break"). Aqui vocês terão uma série de oito posts, em separado (imagina se eu coloco essa trozomba de uma vez num só post???), se deliciem com uns, se cansem e voltem depois pra ler o resto... huahuahauhauhau...



:: Erik Magnus Lehnsherr 11:38 PM



Rule nº two - curses and promisses: Bem para que o meu curso fosse finalizado, passei por alguns apertos (come on é um curso de engenharia), então mesmo não sendo uma pessoa religiosa, me agarrei a todos os santos nesse final e vou ter que cumprir algumas coisas, ehehehehehe. Eu não pensei em mencionar isso aqui, mas como fui amaldiçoado (odeio correntes, odeio, odeio, odeio), e não curto dar muito chance pro azar (na verdade eu normalmente deixaria passar - até hoje meu pau não caiu, o "sem-sexo-eterno" ainda não ocorreu, minha vida não se tornou um inferno (pelo menos total no estilo: sem amigos, sem familia e sem cinema) e nem raios andaram me atingindo pela rua, conforme tantas correntes por aí clamam que vão fazer. Mas como a brincadeirinha foi legal, então resolvi destruir a vida de outros blogueiros...) mas mesmo assim eu vou colocando aqui seis segredos, junto com os seis escolhidos por essa Samara virtual genérica, aí vai:

Segredo 1: Fiz promessa pra terminar minha facul agora no final, quase que minha vida é destruida esse período pois eu tinha que me graduar de qualquer maneira, então agora eu ou ter que doar uma parte das minhas revistas para uma biblioteca pública ou lugar onde elas sejam lidas (e não cortadas), vou ter que ir a uma igreja que eu conheci uns anos atrás em algumas ocasiões e vou ter que distribuir docinhos de Cosme e Damião todo ano... huahuahuahuahau... podem rir, porque é engraçado, mas como sou um homem de palavra, tenho que cumprir né?

Segredo 2: Infelizmente sou uma pessoa que guarda rancor, não que ele fique por muito tempo enquanto esse sentimento, mas ele sabe apertar os botões certos da desconfiaça e o slow motion da tolerância. Para eu me decepcionar com alguém de modo a ficar nesse estado só existem duas maneiras: Ou uma predisposição já está sedimentada (de modo que qualquer coisa é desculpa para o problema inevitável - isso quase não acontece, pois confio muito cegamente nas pessoas pra desconfiar delas de primeira) ou a merda foi muito grande, fedorenta e sem noção, que me deixou cego de raiva (minha irmã já fez isso). Mas nunca digo nunca, posso perdoar, mas de certo não será num futuro próximo, não consigo ser amigo de alguém que desconfio, ou ser falso com ninguém. Se não gosto mais, não gosto e ponto final... seja feliz pra sempre e deixe o tempo correr.

Segredo 3: Eu tenho uma memória ótima para porcarias. Eu lembro de praticamente todas as canções do balão mágico, trem da alegria, aberturas de todos os seriados japoneses que passavam na Manchete, rock, pop e trash anos 80 e ainda costumo memorizar quotes de filmes e séries que eu adoro. Pois bem, vocês acabaram de descobrir que essas frases que eu coloco no final de cada post vem da minha cabeça, memória mesmo... os únicos que não foram colocados dessa forma são os que vem de letra de música que fazem parte do post e mais uns poucos especiais que eu faço questão de procurar... de resto, lá lá lá.

Segredo 4: A banda Nirvana é pra mim a maior banda de todos os tempos. Sei que levarei vários tijolos na rua quando sair de casa agora, mas é a minha opinião pessoal e absoluta, não gostaram? Me processem (pedras não por favor... hauhauuahuahuau). Beatles é massa. Rolling Stones é perfeita. Curto Ramones pra caralho e Depeche Mode é fuderoso, mas pra mim é Nirvana e não adianta tentar me convencer do contrário, eu vou balançar a cabeça com um sim amarelo, virar de lado e fazer pufff...

Segredo 5: Eu já roubei balas (confeitos, bombons e adjacências) das Lojas Americanas, posso falar isso abertamente porque isso aconteceu há mais de 20 anos e o crime já preescreveu... huahuahuahuahuahuahuahua... ai meu Deus, eu espero estar certo.

Segredo 6: Não, ninguém sabe da minha vida pessoal. Não sou uma pessoa aberta nesse sentido. Não curto expô-la e é provável que meus amigos mais próximos só saibam que eu estou namorando alguém depois de algumas semanas do que está rolando. Curto ser assim, curto ter esse controle do que eu gosto ou curto, pois no relacionamento não tenho controle é de nada... huahuahuahuahuahuahua. Adoro ser levado e manipulado, detesto que batam de frente comigo, pois isso só instiga meu fechamento imediato e perda parcial do processo de confiança que deve ser adiquirido quando se começa uma relação. Ou seja, ninguém nunca consegue me impor nada, me enrolar é muito mais fácil (sim, eu sou doido de ter colocado um coisa dessas aqui...).

Pronto, depois de ter colocado um monte de segredo que faz (ou não) a diferença pra mim (fala sério, vocês acharam realmente que eu colocaria algo cabeludo assim de graça??? huahauhauhauahua), aí vão as vítimas:

Yeoman
Luwig
Calvin
Jana
Marlo
Erick

Se virem e sigam suas crenças. Se algum dos sintomas que eu descrevi acima ocorrer não me responsabilizem, a culpa é de quem não fez... huahauhauhauhaua!!!! Próxima regra.



:: Erik Magnus Lehnsherr 11:37 PM



Rule nº three - Gimme back my Cinemascoop: Depois da autoflagelação psicológica que me envolvi no período "tenho que me formar", resolvi recuperar o tempo perdido cinematográfico, que andava mais abandonado que o blogoso aqui... Teias de aranha mais densas que as de Laracna estavam sobre o meu "guarda canhoto" (sim, eu guardo os canhotos dos filmes que eu assisto...), e sem mais delongas...

Deu a Louca na Chapeuzinho Vermelho: Eu nunca fui assistir um filme com tanto preconceito. Na minha cabeça só se vinha "esse filme vai ser uma merda", ou "por que eu concordei em assistir isso?" ou ainda "assiste só pra meter o pau depois", mas eis que mordo minha língua novamente e tropeço no mais divertido texto desse segundo semestre. Não, o filme não é original, na verdade pega uma carona bem safada nos dois exemplares de Shrek, mas ganha muitos pontos pelo tom exacarbadamente aloprado (o bode cantador de chifres fashion é meu herói... huahuahuahuahua) e por nunca se levar a sério, sendo inclusive extremamente previsível. Vale muito a pena pra quem sente saudades de filmes que fazem gargalhar, pois eu pessoalmente quase passo mal.

Dália Negra: O estilo noir, tão popular nas décadas de 50 e 60, hoje em dia encontra-se mal explorado, talvez devido dificuldade de credibilidade em tempos de cinema que preza pelo realismo. Sua volta tem sido ensaiada desde 1997, com o flerte de Curtis Hanson e seu LA Confidential, passou por filmes como Sin City, mas retorna nas mãos de Brian DePalma na forma de exercício de homenagem. O filme é muitíssimo bem dirigido por Palma e as atuações seguem a mesma linha sessentista segmentada pela narrativa do diretor, a pena fica no momento de se observar a técnica de alguns atores, onde vemos a inabilidade de Scarlett Johansson sair do caricato. Ela erra a mão e cai um pouco no exagero, se colocando um tom acima do necessário. Em contrapartida temos Hilary Swank em uma magnífica atuação, me fazendo balançar a bandeira para o Oscar de coadjuvante do ano que vem. Pra mim ela é quem já deve enfrentar Meryl Streep. Aaron Eckhart também se sai bem, e Josh Harnett se mostra competente, uma vez que possuia uma leve experiência obtida em Sin City. Vale a pena pelo filme, pelas atuações e pelo bom cinema.

Vem Dançar: Esse eu assisti em DVD. Segue à mesma linha de histórias verídicas com pessoas que inspiram pela música, pela dança, pela arte. Antônio Banderas é o "Captain, my Captain" da vez e apesar de todo o seu carisma ele não consegue salvar o roteiro fraco e a direção deficiente da película. Os mais emotivos adorarão, já que o estilo interessante de motivação, somados a cenas de dança muito bem coreografadas, garantem o espetáculo. Mesmo assim é um filme para só os que gostam do gênero. PS: A cena do tango é muito fuderosa, isso eu tenho que admitir.

Oldboy: "Caráleo!!!!!!" Foi a expressão solta por mim ao final desse denso, complexo e imprevisível filme coreano. A linguagem é extremamente manganesca, picotada no início, colocando o expectador na pele do protagonista, fazendo com que suas descobertas e experiências a partir de então sejam mutuas. A película flui naturalmente de maneira curiosa, o era um jogo de heróis e vilões, passa a ter seus tons de cinza sendo misturados a partir da segunda metade, onde papéis são trocados e a metalinguagem se perde num dos mais surpreendentes finais que já conferi. A filosofia oriental, de que o amor verdadeiro é o mais puro e o que mais importa, encontra aqui sua mais plena tradução. Desaconselho aos mais puritanos, aos que não tem nenhum tipo de familiaridade com o cinema oriental e aos defensores das filosofias republicanas... vão ficar voando.

OBS: Uma amiga minha, a Vicky, me passou um convite de uma bendita desgraça chamada Flixter (quem quiser conhecer, clica no quadrinho aí do lado que fica passando um monte de cartazinho de filme), e agora eu estou viciado nessa birosca. Responder o quiz, fazer reviews de filmes, acrescentar lista de melhores e piores, socializar com os amantes do cinema do mundo... enfim, minha vida terminou depois desse substituto direcionado do Orkut. Quem quiser me acompanhar é só clicar do lado... ou qualquer coisa eu envio um convite, é só mandar um mail.



:: Erik Magnus Lehnsherr 11:37 PM



Rule nº four - A Serie of Unfortunate Events: Meu querido e amado PC pediu penico. Há um mês atrás ele começou a ficar temperamental e agora está de greve absoluta, em negociações na reunião de cúpula com um técnico de histórico incontestável (valeu Virág). Mas isso foi só a pont do iceberg. Sem computador eu me encontro sem as minhas séries, e sem as séries estou com o olho esquerdo tremendo, tendo espasmos periódicos, como se o meu corpo estivesse com sindrome de Tourette, meu humor varia mais que irmã cabulosa com TPM... É uma vida triste, que não desejo a ninguém. Mesmo assim, procurei drogas substitutas, enquanto evito pensar nos episódios de Lost e Desperate Housewives que estou perdendo... são elas:

Supernatural: Séries explorando o desconhecido sempre foram uma febre nos EUA, disso nós sabemos. Com Arquivo X o negócio engrenou pesado, a série saiu do status cult pra um sucesso extrondoso, e mais recentemente Lost resolveu pegar todo mundo de jeito e se tornar sucesso mundial com suas teorias pra lá de complicadas. Mas desde o ano passado, muitas séries resolveram explorar o medo popular, tais Ghost Whisper, Medium e Supernatural. Esta última eu comecei a assistir em DVD essa semana, tinha conferido apenas uns poucos episódios, mas depois que você presta um pouco de atenção em todo o seu desenvolvimento é muito legal de se ver. A série não é original, muitos dos casos enfrentados pelos irmãos Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) já bateram de frente com Mulder e Scully, Buffy e outras personagens que enrentam o desconhecido no seu dia a dia... Mas um dos produtores é Kim Manners, de AX e que sabe muito das coisas nesse tipo de série, os diálogos são muito interessantes, além de todos os episódios (apesar de independentes) estarem conectados com a mitologia que se desenrola de maneira bastante interessante. Eu recomendo, não é nada que vá fazer você perder o sono com seis números ou "que diabos aquele urso polar está fazendo ali?", mas vale a pena enquanto entretenimento.

Battlestar Galactica: Confesso a todos (os nerds agora vão me crucificar) que nunca fiu muito fã de séries espaciais (sinto as pedras, sinto as pedras)... Acompanhei somente Jornada nas Estrelas - A Nova Geração, quando ainda tinha Sky, e alguns episódios de Babylon 5, Andromeda (blergh...), Deep Space Nine e Voyager, mas sem nenhum compromisso. Mas conferi 3 episódios de Battlestar Galactica e fiquei curioso pra ver o resto... caracas, o negócio aqui é barra pesada... basta dizer que a série trabalha um cenário político bastante interessante, e chego a arriscar que muitíssimo mais complexos que os desenvolvidos em Star Wars e Star Trek, por exemplo. Bem, com 3 episódios nõ dá pra definir nada, mas prometo falar mais sobre essa preciosidade no futuro.

Firefly: Acreditem, essa é a série que eu mais me arrependo de não ter visto até então... Primeiro, porque ela é de Joss Whedon, e isso é no mínimo garantia de excelentes diálogos (hellow, Buffy's fan here). Assisti ao primeiro episódio e hoje eu me pergunto "Por que o Nathan Fillion não foi chamado no lugar do ames Marsden pra ser um Ciclope??" (acho que essa idéia nem é minha, deve ser do Luwig, mas eu concordo totalmente). Fala sério, o cara impõe moral, tem uma timing de atuação fuderoso e é muito carismático (vai ver foi isso... mas pelo menos alguém entenderia a Jean). Estou realmente querendo logo ver o resto da série (que infelizmente teve só 17 episódios... um crime), para poder assitir o filme Serenity, continuação da série no cinema, que fecha realmente o arco dos personagens. Bem, em breve essa série também será comentada (eu ando bem desocupado hum??).



:: Erik Magnus Lehnsherr 11:37 PM



Rule nº five - The Hills Are Alive With the Sound of Music: Em tempos de stress, nada melhor que a música para tirar um pouco a tensão de uma mono em prazo apertado a ser entregue... e é engraçado como abrimos os ouvidos ao novo e ao antigo na procura de um som inspirador, pelo menos algum que te inspire a escrever 50 páginas. Bem, quem acabou cruzando o meu caminho de forma intempestiva, mas bastante interessantes foram:

Jamie Cullum - Na verdade eu já vinha escutando esse cidadão há algum tempom acredito ter mencionado ele em alguma ocasião aqui no blogoso mesmo. O som desse inglês é puro prazer. Um jazz pop inventivo, interessante, de letras extraordinárias e melodias envolventes. Comecei pelo excelente Catch the Sun, que tem feito sucesso por aqui (acho que tem alguma música em alguma novela... ehehehehe), mas depois que escutei o Twenty-Something vi que o cara é um gênio. O cara ainda tem o mérito de ter uma das melhores regravações de uma música de Louis Armstrong, I Get a Kick Out of You pra mim é genial, mas como diria o velho amigo Yeoman, isso é somente IMHO!!!

The Killers: Caracas, eu es tou simplesmente apaixonado por essas bandinhas indies com sua base estocada nos anos 80. O som é simplesmente viciante, especialmente quando estamos falando dessa banda de Vegas. É muito clara as referências em cima de bandas como Joy Division, New Order, The Cure e The Smiths. Música de primeira linha que merece a permanencia no seu Media Player... e como merece!!!

Interpol: Confesso que me senti extremamente hesitante em conhecer o som dessa banda devido a unanimidade que ela assume no mundo indie (me perdoem, mas sou daquele que acredita que toda unanimidade é burra). Não sei se infelizmente, mas o fato é que me uni ao grupo de ovelhas de armações de acrilico e agora já faço parte dos adoradores do grupo nova iorquinho liderado por Paul Banks. Temos uma influência de Joy Division aqui bem mais clara, mas o som dos meninos são puro extase, e de uma originalidade interessante. Vale muito a pena...

Snow Patrol: Essa aqui foge totalmente ao padrão das bandinhas e cantores que andei captando e ouvindo por esses dias. Apesar do tom indie continuar o mesmo, pelo menos em parte, aqui o tom é bem mais lento, melancólico e deprimente... num flerte criativo com os early years do Radiohead. Vale a pena, mas em dias escolhidos a dedo... ehehehehehe.

The 80's: Isso sempre vem e volta, mas na ajuda da escolhas de músicas para a festa de Miguio, a enxurrada de velharias ocupou minha cabeça nos últimos dias... Baixo escalão mesmo, onde temos Kátia, a cega (não está sendo fácil...), Dominó (Manequim... teu sorriso é um colar de marfim...), Rosana (como uma deusaaaa...), Trem da Alegria (uni duni duni tê...ôôôôôô... salamê minguê...), Mara (não faz mal, eu tô carente mas eu tô legal...) e ainda Grethen (conga, lá-conga...) e eu nem vou mencionar Kaoma, Placa Luminosa, Yahoo e Gengis Khan... huahuahuahuahuaua...



:: Erik Magnus Lehnsherr 11:36 PM



Rule nº six - Catch me if You Can: Bem, no último dia 07 de outubro, ocorreu a celebração de mais um ciclo estelar deste nerd que vos fala. Apesar de muitos nem terem lembrado (OK, aqui é o momento drama mode, tirem crianças e velhos da sala... mulheres grávidas também não são aconselhadas a ficar), recebi diversos e-mails, mensagens no celular, ligações, chamadas de atenção criativas (não, eu não vou dizer quais foram), scraps no Orkut, mensagens de fumaça, código morse e etc... Valeu mesmo galera!!!!! Estava faltando meu agradecimento público a essa gama fenomenal de amigos que eu tenho... e dos presentes que ganhei, tenho que destacar o BOX com os dois volumes de Kill Bill que eu ganhei... caracas, caracas, caracas... ainda tou bobinho (cinéfilo é uma merda mesmo...), hauahuahuahuahua!!!

E não, eu não vou comentar sobre a FLB e a LAP...



:: Erik Magnus Lehnsherr 11:36 PM



Rule nº seven - War of the Worlds: TEM SPOILER!!!!! REPETINDO, TEM SPOILER!!!!! É normal que com toda essa confusão, os quadrinhos também tenham sido levemente abandonados, mas ainda assim sempre que podia dava uma sacada aqui e ali na Civil War da Marvel. Bem, a editora já anunciou que a série só termina em janeiro, e no vácuo já disse que vem mais duas "wars" por aí. A Silent War, que é continuação de Son of M (vide Dinastia M), e mostra um quebra pesado entre os inumanos e o quarteto fantástico. Mas aí você me pergunta: "Mas Batman, o quarteto não se esfacelou com a Civil War?". Bem, o que anda rolando é que a história rola antes dessa confusão liderada por Tony Caninha e Geek Richards, mas os mais céticos acham que isso é conversa fiada e até o final da trozomba atual o quarteto volta a ter sua formação original (para quem não sabe, a Sue e o Johnny debandearam pra o lado do Caps e o Coisa ficou de saco cheio dessa bodega e se mudou pra Paris). Bem, daqui há dois meses a gente fica sabendo de verdade...

Mas como eu falei, são duas guerras... a segunda é maior e vai trazer o Hulk de volta pra nossa terra. World War Hulk vai mostrar o que o Hulk vai fazer com o fato de ter sido banido pelo Iluminati, e quais as consequências de seu retorno para todo o planeta... o que garantem, serão imensos. O que se comenta nos forúns mundo a fora, é que o Hulk ao final da saga Planet Hulk terá organizado a sociedade louca do universo em que se encontra, comandando todos os seres daquele planeta. Com um controle de um exército de seres praticamente iguais a ele, o verdão vai invadir o planeta sem piedade nenhuma, desencadeando na maior cagada de todos os tempos e que será culpa direta dos "visionários" do universo Marvel. É esperar pra ver o que acontece...



:: Erik Magnus Lehnsherr 11:35 PM

Rule nº eight - Bring back my Joy: Só pra anunciar que eu terminei essa trozomba... se eu achar algo mais interessante, pode ter certeza que eu adiciono no lugar...

"No words are needed when you have so much to say" - Snow Patrol




The Once and Future King...


I Just Heard That...



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