Sábado, Setembro 30, 2006
One Flew Over The Coco Chanel
Her face is a map of the world
Is a map of the world
You can see she's a beautiful girl
She's a beautiful girl
E surge aquela bela loira de cabelos cacheados, presos, mas só o suficiente para mostrar algumas poucas ondulações de fios dourados harmonizarem com o belíssimo pescoço, esguio e perfeitamente desenhado. Suas vestes pretas, em um tecido leve, muito semelhante a seda, presos por aquelas alças finas que lentamente são abraçados por aqueles dedos longos e tão delicados, para se deixar passear pelos ombros chegando a linha do braço, quando são cruelmente soltos e alisam a pele da bela citada, delineando todo seu corpo, definindo e revelando, como uma poesia de imagens ao som daquela ópera tão cheia de personalidade. O corpo pivô de uma futura história de insegurança e incertezas. É engraçado que eu inicie um texto com uma descrição do início de um filme tão denso quanto De Olhos Bem Fechados, do mestre Stanley Kubrick, mas o culto da beleza da personagem de Nicole Kidman, é primordial para um melhor entendimento de todo o contexto da história que vem a seguir. A linha que David Frankel segue é similar a de Kubrick, mesmo que não tenha consigo a mesma carga densa, é necessário mergulhar na inimaginável complexidade do culto a beleza para aproveitar ao máximo O Diabo Veste Prada, baseado no livro homônimo de Lauren Wisberger. Mas se você não estiver afim de entender esse tipo de coisa, vai fundo no filme que a diversão também compensa.
And everything around her is a silver pool of light
The people who surround her feel the benefit of it
It makes you calm
She holds you captivated in her palm
Para quem não conhece, o livro da senhorita Weisberger tem como suporte suas experiências pessoais enquanto assistente da mega poderosa Anna Wintertur, o nome forte da Vogue americana (aqui estratégicamente chamada de Runway), revista que dita a moda há anos no cenário mundial. A mulher era uma praga de chefe, que fazia com que que suas assistentes comessem o pão que o diabo amassou. A idéia não é nada original, já é catálogo do mundo do cinema chefes exigentes matando a pau em empregados sonhadores e inocentes, mas mesmo assim o filme é conduzido por Frankel de maneira espetacular, inovando essa complexa relação em seus diálogos e tirando do pano de fundo o mundo da moda e fazendo-o um personagem coadjuvante do filme, a exemplo do que já havia feito na série tevevisiva Sex and the City. Os figurinos, de certo deverão ser reconhecidos pela academia, e quem sabe até agraciados com o prêmio no final. A fotografia clara e valoriza as cores, bem como a cabeleira prateada de Miranda Priestley, e a direção de arte é também um caso a parte. O roteiro é bastante linear, apesar de extremamente previsível, mas como disse o filme é um exercício dos diálogos, da sutileza dos comentários ácidos e maldosos que verte todo aquele veneno, que sabemos existir no mundo da moda, mas em nunehum momento idiotizando-o. Na verdade o mundo de prét-a-porter se mostra num universo de pessoas geniais, que num único discurso (o de Miranda contra a risadinha de Andy em relação a uma escolha de cintos), dismistifica o mito de que a burrice é rei no país da moda. Ao contrário do que muitos pensam, as piadas são feitas justamente em cima dos pretenços gênios, que se levam a sério demais no mundo para prestarem atenção no que é feito nessa indústria, mas acabam de uma forma ou de outra embaixo do que ela dita, num ciclo onde eles ironicamente estão inclusos (mas cegos por sua "exarcebada inteligência" acabam por nem perceber sua posição, sendo engolidos no processo). Um exercício hiperbólico excelente, e uma crítica a esses pseudo-gênios (colocando aí, inclusive Robert Altman e seu Prét-a-Porter).
Suddenly I see (Suddenly I see)
This is what I wanna be
Suddenly I see (Suddenly I see)
Why the hell it means so much to me
A atuação de Meryl Streep deve render uma nova indicação a atriz. É absolutamente fenomenal a monotonia e linearidade na voz de sua Miranda. Ela não levanta a voz em nenhum momento, e é capaz de exprimir todas as emoções cabíveis em uma personagem tão pedante que tem suas expressões limitadas (que considera pessoas tão insignificantes ao ponto de lhes privar da identidade e chamá-las pelo nome de pessoas que considera levemente capazes de realizar o que mandam até o ponto de ser surpreendidas por elas). Como disse algo absolutamente fantástico de se ver na tela, um exercício de técnica totalmente isento de repreensão. Anne Hathaway também realiza um excelente trabalho, dentro da linha de heroínas que já está acostumada a interpretar, especialmente no que diz respeito a tranformação camaleônica que a persegue desde O Diário da Princesa. Mesmo assim é impossível não vibrar com a sua personagem, discriminada duramente por sua ignorância fashion no início do filme, quando aparece transformada em uma modelo de Yves Saint-Lauren, com direito a cabelos esvoaçantes e tudo (huahauhauhauua, nessa eu fui longe). O brilho também se encontra no fantástico time de coadjuvantes, liderado por Stanley Tucci. Seu Nigel é levemente afetado e o único a quem Miranda respeita intelectualmente em toda a empresa. O personagem não sai da linha do Barney Thompson de Hector Elizondo, em Uma Linda Mulher, mesmo assim é composto de forma interessante e sem exageros pelo veterano ator. A revelação, certamente, fica com a britânica Emily Blunt, sua Emily é totalmente inglesa, tão pedante quanto sua chefe (provando aquele ciclo de que pessoas tendem a repetir seus modelos) e dotada de um senso de humor combinado a um desespero que arranca as gargalhadas naturalmente (o que ela diz nas escadas da festa da revista é impagável).
She fills up every corner like she's born in black and white
Makes you feel warmer when you're trying to remember
What you heard
She likes to leave you hanging on her word
Um entretenimento de primeira, que combina num tema supostamente fútil, uma idéia de inteligência e mentes pensantes como poucos filmes atuais. Tenho que confessar que minha visão da moda era tão esnobe quanto o filme ilustra, eu me considero inteligente demais pra prestar atenção no que eu visto ou deixo de vestir, prestar atneção em revistas ou catálogos de moda (exceto nos da Victoria's Secret, huahuahuahaua) isso é algo tão insignificante perto de tantos outros assuntos e temas que merecem a nossa atenção, certo? Errado. É uma indústria que movimenta milhões, mas que tem atrelada a eles empregos, especialmente. É um negócio que de tão rentoso dura séculos, sem que dê a mínima importância a pseudos-intelectuais que vêem suas idéias revolucionárias tornarem-se obsoletas e demodês pelo próximo grande gênio da lista. Idêntico a uma coleção descartável de inverno que será interessante por 3 míseros meses e depois mobilizará milhares de pessoas para que a próxima seja esquematizada. Um filme que faz pensar nos próprios paradigmas e conceitos, que induz um auto-reflexo não intencional. Algo talvez que poucas mentes mais dotadas tenham percebido, afinal o que tirar de útil num mundo de futilidades?
And she's taller than most
And she's looking at me
I can see her eyes looking from a page in a magazine
Oh she makes me feel like I could be a tower
A big strong tower
She got the power to be
The power to give
The power to see
"I'm one stomach flu away from reaching my goal weight" - Emily Blunt in Devil Wears Prada
Quarta-feira, Setembro 27, 2006
Holy Sh... errr... Magical Picture, Batman - Rapidinhas sem compromisso
Finalmentes foram divulgadas as primeiras fotos oficiais de Harry Potter e a Ordem da Phoenix... esse não é o meu livro favorito, tenho que confessar, mas não por isso eu deixo de achar ele uma das fuderosas obras da nossa amiga Joanne. O mais comprido de todos (até então, já que ninguém sabe qual o tamanho da trozomba da sétima obra), em nada se mostra cansativo ao longo de suas setessentas e tantas páginas... O problema é que a obra é extremamente burocrática no que diz respeito a toda obra, ela é link conector de muita coisa do passado e futuro do bruxinho, e para o diretor selecionar o que vai ou não, fica difícil... dessa forma, comecem a torturar David Yates que ele tá sabendo o que rola no sétimo livro... huahuahauhaua... bem, o fato é que apesar de estar comendo os dedos a espera da obra, eu ainda me sinto um tanto relutante em relação ao diretor, mas daqui a dez meses (e contando) a gente fica sabendo... e junto com o livro, se santa Cecília Meirelles permitir... ehehehehehe... (Fonte: Omelete e Virág Venekey's blog)
Mudando de pau pra cacete, tem gente reclamando da fama que ganhou ao longo de 20 anos. Vocês não acreditam? Pois o titio Magnus explica essa história pra vocês: Era uma vez um desenhista canadense cheio de ópio que tinha o maior tesão numa amiguinha de faculdade, daí ele na qualidade de "nunca vou catar essa aí", decidiu dizer a ela que a dita seria homenageada no primeiro personagem que ele criasse assim que fosse o da bimba grande na Marvel Comics... ela deu aquele sorrisinho "you're nutts" e disse tudo bem (afinal de contas o médico mandou não contrariar). Pois bem, anos depois a moçoila recebe de seu carteiro preferido uns esboços e cópias do maluco da faculdade, que agora era o da bimba grande na Marvel pois acabava de estourar numa revista em quadrinhos de nada que tinha até sido cancelada anos antes, chamada X-Men. Os desenhos eram da mais nova personagem do universo mutante e atendia pelo nome de Kitty Pride, mesmo da menina que o cheio de ópio do John Byrne queria catar. Pois bem, ela achou lindo e continuou sua vidinha de artista plástica e professora, com o porém de ao longo dos anos ter um monte de aluno mané chato pedindo pra suas revistas serem autografadas pela Kitty original... O problema é que ela alega hoje que nunca pode fazer sucesso por si mesma na carreira, porque ficou na sombra da personagem (como o Kramer do Seinfield, mas de um modo diferente já que o louco do Kramer quis mais é aproveitar a fama...). E o resultado disso tudo? nenhum... a mulher tem originais dos esboços da Kitty Pride em casa, junto com números originais de X-Men autografados pelo Byrne, vocês realmente acham que ela vai processar a Marvel e o gagá por ser famosa??? fala sério... um dia vou ter um personagem com o meu nome e vinte anos depois eu vou dar esse tipo de pity... huahauhauhauahua... (Fonte: Omelete).
A série de tv Heroes bateu recorde de audiência em sua estréia, domingo passado, na NBC. Eu já conferi o piloto e curti muito, a semelhança com um dos melhores regulares da Marvel, Poder Supremo, escrito pelo também televisivo Michael Straczinsky, mas sem o apelo denso e político que a HQ trás (pelo menos ainda...). O plot é extremamente interessante e vale uma conferida... os poderes escolhidos para os personagens são de uma conveniência incisiva, e se usados de maneira que respeite a proposta até então colocada, vai fazer muita gente chorar por aí... ehehehehehe. Guardem esse nome, pois Heroes chega aqui em terras tupiniquins em janeiro.
Mudando de casa, mas não de cidade, acho que já é de conhecimento público que Smallville vai virar berço da Liga da Justiça. Depois de mostrar Bart Allen (Flash), Arthur Curry (Aquaman) e Victor Stone (Cyborg) a série vai mostrar, logo no início da temporada, uma aventura do futuro Superman com o bom e turrão Oliver Queen (o Arqueiro Verde)... e mais, todos os outros citados voltam em um episódio especial (provavelmente deve ser aquele que passa em fevereiro e sempre promete mudar os rumos da série), em que todos se unem pra enfrentar um mal maior. Como eu disse será o berço da liga. Muitos perguntaram sobre a presença de Bruce Wayne (a.k.a. Batman) e Diana Prince (a.k.a. Mulher Maravilha), mas os produtores se resumiram a dizer que os direitos dos personagens não foram liberados para a série, então não seria possível tê-lo na telinha junto a Clark e os outros... Eu acho que isso tá ficando pesado demais, pô tão começando a macular a Liga na série... de qualquer maneira meu instinto masoquista me obriga a conferir o que vem por aí com o Clark... vamos ver no que dá.
E pra finalizar, só um comentário sobre a Civil War, que eu estou devendo faz tempo, mas estou sem tempo nem inspiração pra fazer (pena, mas verdade...). AQUI COMEÇAM SPOILERS: Que história foi essa de clone do Thor??? Ainda mais feito por Geek Richards??? Fala sériooooo... como ele conseguiu reproduzir um Mjolnir (uma vez que a gente sabe que o verdadeiro tá com um carinha misterioso das aventuras do quarteto que agarou o Martelo trazido pelo Victor Von Doom - a.k.a. Dr. Destino - e se apossou bonito)... bem, eu quero só ver a explicação que vão dar. Fiquei tocado também com a carta da Sue pro Reed, caracas... se eu já achava a mulher fuderosa, agora ela me conquistou... E só um banana como o Reed mesmo pra ver que todo o Quarteto debandou por não concordar com o registro e ainda continuar apoiando (sim, eu ainda sou um fervoroso opositor dessa trozomba), mas como o maior lance dessa onda é mostrar fidelidade aos ideais de cada um, eu continuo a esperar pelo desfecho (que vai demorar...).
SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA: Aos recifenses que ainda não conferiram o selecionado para concorrer a uma vaga ao Oscar de melhor filme estrangeiro de 2006, o fillme Cinema, Aspirinas e Urubus voltou a entrar em cartaz no Cinema da Fundação, no horário (em média) das 18:30 horas... verifiquem, antes de ir, o horário e dia corretos antes de ir, porque o cinema da fundação é meio doido nesse quesito. De qualquer forma, uma excelente oportunidade de dar uma olhada e formar uma opinião quanto a pertinência da decisão ao prêmio!!!! Eu vou de novo semana que vem... ahahahahaha!!!!
"Expectum Patronum!!!" - Contra todos os Dementadores...
Quinta-feira, Setembro 21, 2006
Since 1998...
Não é que a história do recifense Marcelo Gomes rendeu os jurados e foi escolhido o filme a representar o Brasil na seleção de inicados ao Oscar de melhor filme estrangeiro no início do ano que vem? Apesar de bem heterogêneo em sua concepção, Cinema, Aspirinas e Urubus, tem uma premissa universal: a Amizade. Ela narra a história de um refugiado alemão da segunda guerra, que vem vender remédios no sertão nordestino, usando o artifício do cinema como propaganda do remédio milagroso (a aspirina) que estão vendendo, acaba conhecendo um nativo e cria um vínculo de amizade e cumplicidade com tal rapaz. É um filme belo, que vale muito a pena ser conferido... uma escolha extremamente acertada (uma vez que foi, certamente, o melhor filme brasileiro produzido esse ano), mas confesso que achei, por questões políticas (tanto nacionais quanto para com a a academia), que o filme escolhido seria o igualmente belo O Melhor Amor do Mundo.
Dêem uma procurada, o filme deve reestrear no cinema depois dessa propaganda, mas os lugares mais evidentes deverão ser os cinemas de arte e alternativos ;-) Vale salientar que o filme venceu em Cannes o prêmio para o Sistema Nacional de Educação Francês, o prêmio de Mar Del Plata e o do Juri no Festival de São Paulo!!! Pode não parecer muito, mas já um avanço a favor... :-D
"Não tem dinheiro, não tem comida..." - Fernanda Montenegro em Central do Brasil
Segunda-feira, Setembro 11, 2006
Pegadinha Italiana?
A grande maioria dos nerds aqui já devem estar sabendo, mas pra quem ainda não leu, abra a boca e prepare-se para mantê-la assim enquanto lê essas linhas inúteis. O borogodó é o seguinte: Ben Affleck (aquele mané altamente loser que só fez um filme bom na vida, chamado Procura-se Amy, mas que é fruto e nossa inveja por ter catado duas das mais gostosas Jennifers do cinema - a Lopez e a Garner) ganhou um dos mais prestigiados prêmios do cinema Europeu no último domingo, o Leão de Prata de melhor ator no festival de Veneza... Você leu certo, meu caro nerd boquiaberto. Ele mesmo Ben "affffeee" Affleck levou um prêmio de melhor ator, que não tenha sido um Teen Choice Awards ou um MTV Movie Awards, e olha que eu nem estou mencionando os Framboesas de Ouro... O papel que conseguiu realizar essa proeza foi o do primeiro Superman da TV George Reeves no longa Hollywoodland, de Allen Couter. O filme, que ainda tem no elenco Adrian Brody e Diane Lane (que pra mim eram bem mais passíveis de levarem um prêmio), ronda o mistério da morte do personagem de Affleck, numa investigação fictícia de seu suicídio - claro que incitando a teoria de que suícidio é um mero abafar de magnatas. O curioso é que Affleck não foi a primeira opção para o papel, que ficou no colo de Hugh "Wolverine" Jackman até sua agenda lotada forçar o cidadão a cuspir fora o papel que já ganhou um prêmio no início das temporadas de Festivais. Outra curiosidade a respeito do filme foi sua mudança de nome, no original ele deveria ter se chamado Truth, Justice & The American Way. Essas duas curiosidades foi só pra dar o tempo de queixos fecharem e revoltas serem amansadas...
O Juri, presidido pela eterna bela da tarde, Catherine Deneuve, escolheu filmes que nem de longe constava na lista de favoritos, fazendo com que esse seja um dos mais controversos festivais da linhagem italiana nos últimos anos. O leão de ouro ficou com a película chinesa Sanxia Haoren, de Jia Zhang-Ke, e a melhor atriz escolhida foi Hellen Mirren no papel da Rainha Elisabeth II no filme The Queen, que narra a confusão que tomou conta da família real brintânica depois da morte da Princesa Diana, em 1997. Vale salientar que Mirren levou o Emmy desse ano pelo papel da outra Elisabeth Inglesa na minissérie Elisabeth I, duas semanas atrás. O roteirista do filme que premiou Mirren, Peter Morgan, também le vou seu prêmio pra casa. O único prêmio que tinha sido levantado como possibilidade no festival, foi o do diretor Alain Resnais, do elogiadíssimo Private Fears in Public Places... por enquanto essas bagaças não chegam por aqui (talvez cheguem lá pra março, se algum for indicado aos prêmios da academia - a exceção de Hollywoodland, claro, que tem estréia prevista para o início de fevereiro de 2007). Duas outras curiosidades sobre esse festival, foram a entrevista coletiva de David Lynch, onde muitos jornalistas imploraram para que o cineasta lhes explicassem o significado de seu mais recente filme Inland Empire (isso foi uma das coisas mais bizarras dos últimos tempos... quero ver esse filmeeeee...) e a vaia pesada recebida por The Fountain, de Darren Aronofsky, pelo público, que aparentemente não entendeu o filme, mas não se propõe a perguntar ao diretor, uma vez que ele não possui a genialidade de David Lynch (BULLSHIIIIIIIIIIIIT...).
Fiquei instigado, estou louco pra ver essas coisinhas controversas pousando em terras brazucas e me fazendo verborragizar aos quatro cantos... hauhauhauhauahuhaua... ai, ai... saudades de um filme bom!!!!
"Our bodies are prisons for our souls. All flesh decays. Death turns all to ash. And thus death frees every soul" - de The Fountain de Darren Aronofsky
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